Física & Química

Magnetismo, o que é? Descoberta, Ímãs e para que serve na prática

O Magnetismo já é conhecido da humanidade desde a Antiguidade, mas foi só recentemente que pôde ser comprovado cientificamente.

Atualizado em 09/03/2020

O Magnetismo é a capacidade de atração ou repulsão que o ímã e certos metais apresentam. Eles têm um polo positivo e um polo negativo, isto é, forças dipolo.

No dipolo magnético há uma lei que determina que os polos iguais sempre se repelem, enquanto que os polos opostos se atraem.

Conhecido desde a Antiguidade, o Magnetismo foi estudado por muitas civilizações, levando inclusive à construção da bússola. Mas foi nos séculos XVIII e XIX que as pesquisas sobre o assunto mais se desenvolveram.

Contexto Histórico

O grego Tales de Mileto foi quem observou a atração da magnetita (ímã) com o ferro. Esse material era encontrado na Magnésia, e essa seria a origem do nome Magnetismo. Isso se deu o século VII a.C., na Grécia Antiga.

O que é afinal o Magnetismo? Saiba sua história e a aplicação na prática

A bússola foi inventada pelos chineses há aproximadamente 2.000 a.C., com o fim de orientação na navegação. Porém, foi em meados do século XIII que Pierre Pelerin de Maricourt publicou a respeito da bússola, além das propriedades dos ímãs.

No século XVI, Willian Gilbert comprovou que o planeta é magnético. Daí o motivo de a agulha da bússola apontar sempre para o Norte. Já as leis dos polos inversos de atração e repulsão entre cargas elétricas foi feita por Charles Coulomb (século XVIII).

No século XIX, Hans Christian Oersted escreveu sobre o eletromagnetismo e os campos elétricos. Já Andrè-Marie Ampère (1775-1836) pesquisou a respeito das correntes elétricas nos ímãs. A indução eletromagnética foi descoberta por Michael Faraday e Joseph Henry.

Mas o que é o ímã, afinal?

O ímã, ou magneto, é um corpo magnético que apresenta dois polos, um positivo e o outro, negativo. Eles podem ser por exemplo, ferros magnetizados ou rochas magnéticas, só que são capazes de atrair corpos ferromagnéticos.

O que é afinal o Magnetismo? Saiba sua história e a aplicação na prática

Eles se encontram soltos na natureza ou presentes em minerais com propriedades de magnetismo. Um bom exemplo é a magnetita, posto que se trata de um ímã natural capaz de atrair o ferro. Mas há também a possibilidade de aplicação da imantação, ou seja, acrescentar propriedade magnética a um corpo neutro.

Geralmente, o processo de imantação funciona melhor no ferro. Vale ressaltar, no entanto, que esses ímãs imantados artificialmente são empregados na indústria. Os objetos eletrônicos que usamos no dia a dia têm componentes fabricados com eles.

E o que é o Magnetismo?

Magnetismo é o fenômeno que alguns corpos de propriedades magnéticas possuem de atração ou repulsão. Mas pode também ser uma área da Física focada no estudo desse fenômeno.

Dentre os conceitos ligados ao tema, importante mencionar o campo magnético. Ele é uma região em torno de um ímã onde a força magnética age, atraindo ou repulsando corpos.

O que é afinal o Magnetismo? Saiba sua história e a aplicação na prática

Nesse contexto, portanto, a força magnética nada mais é que a própria força de atração ou repulsão. Podemos calculá-la por meio da seguinte fórmula: F = |q| . v . B. sen θ.

Por fim, é importante lembrar as pesquisas do físico inglês William Gilbert, ainda no século XVI. Ele descobriu o magnetismo terrestre, explicando o motivo de o Polo Norte sempre atrair o ponteiro da bússola. A Terra é então um grande ímã com força atrativa no rumo do Norte.

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Fonte: Brasil Escola, Wikipédia, Stoodi, Toda Matéria, Educação, Significados, Mundo Educação.

Fonte das imagens: Gmas, Verdade Urgente, Joya, Nerd Elétrico.