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Sua pupila pode indicar sua orientação sexual, diz pesquisa

O departamento de psicologia de uma universidade americana estudou a orientação sexual de voluntários apenas observando seus olhos

Atualizado em 10/12/2015

O mundo parece viver uma vigilância quanto a orientação sexual das pessoas. Classificar alguém sexualmente falando, é interesse de cientistas, políticos, grupos religiosos e demais pessoas do cotidiano.

Quem vai por essa linha, ganhou novos elementos com uma pesquisa americana e a resposta pode estar nos olhos, ou melhor na pupila.

De acordo com estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos feita com 325 homens e mulheres voluntários, utilizou o olhar e vídeos eróticos para buscar entender a relação entre o estímulo sexual dos participantes e o comportamento da pupila.

O estudo foi feito dentro da área de estudo da psicologia e um dos primeiros portais de divulgação que publicou a notícia foi o livescience.

Como a pesquisa que relaciona pupila e orientação sexual foi feita?

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Para a análise da pupila, a metodologia utilizada pelo estudo foi diversa, mas o ponto central era muito simples: os participantes precisaram anteriormente preencher um formulário com seus dados pessoais – um dos pontos de maior interesse dessa pesquisa era o dado de orientação sexual.

Monitoramento da pupila

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O segundo passo foi apresentar aos 325 participantes cenas eróticas variadas (hétero, homo ou bi – principalmente). Todos os participantes tinham a pupila dos olhos monitoradas a partir de câmeras de alta precisão.

Os critérios e coordenação dos estudos que relaciona o comportamento da pupila dos olhos com orientação sexual foi feito pelo pesquisador Ritch Savin-Williams, psicólogo do desenvolvimento na Universidade de Cornell.

Resultado da pesquisa pupila e orientação sexual

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Ao analisar a sequência de vídeos assistidos e o comportamento da pupila uma conclusão veio à tona: a pupila dos participantes se dilatavam de forma mais significativa e perceptível com o que eles haviam marcado anteriormente relacionados às suas orientações sexuais.

 

Fonte: Livescience e Cornell University (Departamento de Psicologia)
Imagens: Divulgação