Saúde

Pesquisadores japoneses encontram maneira de inibir o HIV

Veja como o estudo japonês pode significar um grande passo para a lutra contra o HIV

Atualizado em 06/12/2015

2015 não é apenas o ano dos desastres, meio ao “caos” e ás “más” notícias que presenciamos diariamente, algumas notícias realmente valem a pena. Principalmente quando a notícia trata de melhorar a vida de milhares de pessoas, nesse caso, a notícia se relaciona ao HIV.

Essa é uma delas, no Dia Mundial de Luta contra Aids, 1 de dezembro, um grupo de pesquisadores japoneses, mais especificamente os que trabalham no Instituto Nacional de Infecções do Japão divulgaram uma notícia que pode significar passos largos para o tratamento e combate da Aids.

Antes de saber do que trata o estudo, você sabe minimamente o que é a Aids? De acordo com o portal brasileiro de DST, Aids e Hepatites virais, a aids é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. Ainda segundo o site, a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, o nome mais formal da doença, é causada pelo HIV.

O grande problema é que esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado.

Por esses motivos, a luta contra o HIV é um dos grandes desafios do século.

O que o estudo japonês trás de novidade a luta contra o HIV?

HIV1

Estima-se que existem atualmente mais de 35 milhões de portadores do vírus da imunodeficiência adquirida, mas a descoberta de uma proteína encontrada em humanos tem o efeito de inibir o HIV. As células onde se encontra este tipo de proteína é chamada de MARCH8 e não infectam as células saudáveis do ser humano, foi o que informou os responsáveis pelo estudo.

AIDS-Descoberta

O objetivo final dessa pesquisa para a sociedade é possibilitar o desenvolvimento de um remédio que ajude o corpo humano a produzir a proteína e tratar os pacientes com HIV.

Fonte: Aids.gov.br / Hypness
Crédito imagens: Divulgação