Saúde

Conheça a jovem de 17 anos premiada por mudar a forma de detectar o Ebola

Conehce Olivia Hallisey? Ela tem 17 anos e ganhou 50 mil dólares no prêmio da Google Science Fair em pesquisa que mudou os rumos de identificação do Ebola

Atualizado em 09/11/2015

Você já ouviu falar em Olivia Hallisey? Ela tem apenas 17 anos e já ganhou 50 mil dólares no prêmio da Google Science Fair. O motivo está relacionada com teste da área da saúde, mas especificamente do Ebola – lembra que escrevemos por onde ele anda?

O grande trunfo de Olivia por ter conseguido desenvolver um texto rápido, prático e econômico que detecta o vírus ebola em situação de melhor custo benefício do que os testes da Indústria Farmacêutica até então conhecidos.

O surdo do Ebola abalou o mundo e, principalmente países da África Subsariana. Antes do desenvolvimento de testes por Olivia, para se detectar o vírus Ebola era necessário uma equipe médica especializada, além das dificuldades financeiras e de condições ideias de refrigeração; o que nem sempre é possível para países pobres ou subdesenvolvidos.

O que tem de especial no teste de Ebola premiado pelo Google?

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Olivia Hallisey tem 17 anos e ganhou 50 mil dólares no Google Science Fair por mudar a forma com que se detecta o vírus Ebola. Fotos da reportagem: Divulgação

O teste criado pela jovem pesquisadora Olivia pode ser armazenado em temperatura ambiente por até 3 semanas. Como se isso já não fosse ótimo e ajudasse muito no processo de detecção do vírus Ebola, o teste premiado no evento de ciência do Google consegue revelar o resultado em apenas 30 minutos, além de só custar 25 dólares.

O que Olivia Hallisey disse sobre sua criação?

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“Nós temos que trabalhar em conjunto para encontrar respostas para os enormes desafios que ameaçam a saúde global, o nosso ambiente e o mundo”.

Além disso, sobre seu projeto de detectar o vírus ebola com pouco dinheiro e muita agilidade, Olivia pretende incentivar outros estudantes e jovens a seguires suas aptidões e sonhos: “Gostaria apenas de incentivar as garotas a experimentar, lembrar que elas não precisam se sentir naturalmente atraídas ou ter um talento especial para Matemática ou Ciências, basta realmente olhar para algo que estão interessadas e depois pensar em melhorar ou tornar mais agradável, ou relacionar ao seus interesses”. Explicou a jovem estudante durante o evento da premiação.

Fonte: Greenwich Time

No vídeo a seguir, Olivia explica (com recortes de papel) o mecanismo do exame que criou: