Seria possível mapear a depressão? Pesquisadores da austrália tentaram

Você acha que seria possível visualizar que países no mundo possui maiores taxas de depressão? Possível é, mas não é tarefa muito fácil. Isso porque o diagnóstico de depressão é difícil e muitas pessoas nessa situação acabam correndo de clinicas especializadas.

Outro fator que dificulta a reunião da depressão em um mapa síntese é o fato das bases de dados, que catalogam essas informações serem diferentes ao redor do mundo. Apesar disso, o desafio foi aceito por  pesquisadores da University of Queensland, localizada na Austrália.

De acordo com o mapa elaborado, o Oriente Médio e o Norte da África são as regiões globais que mais sofrem com a depressão do mundo. O estudo com mais detalhes escontra-se neste link, em inglês.

A publicação do estudo de depressão no mundo foi divulgado em 2013 e até hoje repercute ao redor do mundo. A revista PLoS Medicine, usou: prevalência, a incidência e a duração da depressão para determinar a carga social e de saúde pública da doença ao redor do globo.

Entendendo o mapa e os dados de depressão no mundo

Prevalence-of-diagnosed-clinical-depression-696x344

Mais de 5 % da população sofre de depressão no Oriente Médio, Norte da África, África Subsaariana, Europa Oriental e no Caribe. Por outro lado, os índices de depressão são menores no leste da Ásia, Austrália, Nova Zelândia e Sudeste da Ásia.

A Europa, de forma geral, com algumas exceções também aparece com índices menos graves de depressão. Já o Brasil está no meio termo, nem muito próximo nos maiores índices e nem dos menores, com taxa geral em torno de 5 a 5.5% da população.

deppppp

depressc3a3o_relato

Em cada parte do mundo, a depressão é influenciada por um fator diferente. Na África subsaariana, por exemplo, as doenças como a malária e a AIDS têm ultrapassado a depressão como um risco para a saúde pública. Já em outras partes do mundo o fator econômico é predominante.

E você, o que achou desse mapa?

Crédito mapa: The Washington Post
Fonte: PLOS Medicine e The Washington Post
Imagens: Divulgação

 


Comentários